
Nos tempos que correm de tanta insensatez, de tanta insegurança a nível mundial… quase que parece que estamos a regredir em tanto que já se conquistou, sobre os que sofreram antes de nós; refiro-me ao início da luta para vingar a liberdade dos hoje, cultos afro-brasileiros, que convém que tenhamos esta noção.
Não podemos continuar entre nós e para com os outros de fora, de outras religiões ou não, com uma postura ou posturas que em nada nos dignificam.
A leveza com que às vezes nos exteriorizamos, pouco ou nada fazem jus à nossa credibilidade, enquanto religiões de matriz afro-brasileiras. (hoje bem poderíamos também chamar em Portugal religiões de matriz afro-luso-brasileiras).
Não basta sermos sérios, porque o somos.
Não basta dizer que amamos os nossos Orisás, (Orixás) porque os amamos.
Não basta dizermos que respeitamos também os outros, como queremos e exigimos que nos respeitem.
Não basta ser!
À mulher de César, não basta ser honesta, deve parecer!
Nós vamos continuar,
assim Deus (Olorun) nos ajude.
O Director
Dr. José Pinto





