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Povo de Santo Asè – nº 37

PSA_37_junho_2018_capa    PSA 37 junho 2018

Nesta edição, queremos alertar para algo, que de certa forma é transversal a todos os locais onde se praticam os cultos Afrobrasileiros e de modo particular o Candomblé.

Não é incomum chegar até nós, o desânimo dos sacerdotes preocupados com o caminho que o Candomblé está a tomar, no que se refere à confusão gerada por alguns elementos da religião, que sempre se afirmaram como Ogans … hoje, com “arte mágica “, se intitulam muitos deles como sacerdotes, como Babalorisas!

Sendo isto uma das maiores barbaridades que se podem cometer, não é menos preocupante, a falta de coragem por parte de alguns Babalorisás, em desmascararem tais comportamentos!!!

Até onde, vamos deixar impunemente que gente desta continue a desvirtuar o Candomblé?!

Sejamos ousados!

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto

Povo de Santo Asè – nº 36

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Nesta edição decidimos falar sobre algo que de certa forma, “atinge” os cultos Afro no seu geral, e o Candomblé particularmente…
Referimo-nos à mistura que se faz muitas vezes da vida privada com a vida de Asè… !
É uma mistura quer por motivos óbvios não dá bom resultado.
Qualquer que seja, desde o abian até ao Babalorisá, deve saber destingir a sua vida do que é sagrado e do que é profano; do que é comunitário e do que é pessoal.
È a única forma de se respeitar a si próprio(a) e respeitar os demais.
Respeitar e fazemo-nos respeitar é a regra!
Que o Orisá, tanto nas nossas comunidades como na nossa vida pessoal, esteja em primeiro lugar.

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto

Povo de Santo Asè – nº 35

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Se por um lado, vemos tanto no Candomblé, como em qualquer vertente Afro-Brasileiro, uma expansão bem razoável do nosso asé; não menos verdade, que vemos muita parra e pouca uva (para utilizar uma expressão tipicamente Portuguesa, que nos transmite o sentido de muita coisa, para pouca substancia).
Porquê esta afirmação?
Infelizmente, parece haver um pressa desmedida dos Pais e Mães de Santo (Babalorisás / Yálorisas), de transformar os seus seguidores, os seus filhos, em gente de cargo, em Ebomis, em Babalórisás e Yálorisás! Sem que estes tenham passado por todos os preceitos próprios da religião… isto é engano e engodo!
Penso que deveríamos parar para refletir: onde vai parar esta nobre e belíssima religião, que tantos no passado e ainda alguns no presente, tanto passaram e passam, para que o sagrado seja respeitado?

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto

Povo de Santo Asè – nº 34

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Sem nos querermos imiscuir na vida de cada um, na casa de cada um, referimo-nos aos Ilés (terreiros, sejam eles de Candomblé ou Umbanda), têm chegado até nós, ecos de situações que em nada dignificam esta linda religião, que é o Candomblé… e o mesmo se poderá estender à Umbanda.
Achamos que está na hora, mais que na hora de sermos autênticos! Sermos coerentes!
Devemos dar ao sagrado, o que é do sagrado!
Ao profano, o que é do profano!
Unir as nossas vozes e não permitir que os “outros” não nos levem a sério, porque vêm coisas pouco sérias em algumas casas. É algo que é transversal, mas desta vez, falamos sobretudo de Portugal. Existem em Portugal meios (federação, associação – FENACAB por exemplo), onde nos podemos unir, encontrando soluções de forma a extinguir atitudes menos dignas por parte de alguns…
Achamos que um pouco mais de decoro e decência não ficaria nada mal.
Sentimos de desabafar aqui, porque aquilo que é a vida de todos aqueles que por amor ao Orisá e a tudo o que isso representa, deram as suas vidas, não se pode desrespeitar!

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto

Povo de Santo Asè – nº 33

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Mais uma vez, vimos alertar através deste editorial, todo o cuidado para os mais incautos…
Apesar de não podermos julgar todos pela mesma medida, é bom que quando alguém decide obter a ajuda espiritual de pessoas (de Babalorisás e Yalorisás) que não conhece e que sobretudo são vindouras de outros países para esse trabalho solicitado, que se informem nas organizações competentes que existem em Portugal como noutros países como seja Brasil, e tomamos como exemplo a FENACAB (federação nacional do culto afro brasileiro).
Este nosso alerta, prende-se pelo fato que tem chegado até nós, de pessoas que chegam a terras lusas para fazer uma obrigação a troco de alguns patacos e saem feitas de (Pais e Mães / com cargos atribuídos a quem deve ter alguns anos de santo e uma vida de “ase” devidamente comprovada)…
Não fora muitas vezes a consciência de quem foi enganado, ter a noção que estas atitudes não estarão certas, teríamos de muitas vezes ver passear à nossa frente, “gato por lebre”…
Santo, é coisa séria!!!

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto