Povo de Santo Asè – nº 52

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Nos tempos que correm de tanta insensatez, de tanta insegurança a nível mundial… quase que parece que estamos a regredir em tanto que já se conquistou, sobre os que sofreram antes de nós; refiro-me ao início da luta para vingar a liberdade dos hoje, cultos afro-brasileiros, que convém que tenhamos esta noção.

Não podemos continuar entre nós e para com os outros de fora, de outras religiões ou não, com uma postura ou posturas que em nada nos dignificam.

A leveza com que às vezes nos exteriorizamos, pouco ou nada fazem jus à nossa credibilidade, enquanto religiões de matriz afro-brasileiras. (hoje bem poderíamos também chamar em Portugal religiões de matriz afro-luso-brasileiras).

Não basta sermos sérios, porque o somos.

Não basta dizer que amamos os nossos Orisás, (Orixás) porque os amamos.

Não basta dizermos que respeitamos também os outros, como queremos e exigimos que nos respeitem.

Não basta ser!

À mulher de César, não basta ser honesta, deve parecer!

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto