Povo de Santo Asè – nº 48

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Não é incomum, ouvirmos dizer algumas vezes por algumas pessoas do santo, sobretudo referentes ao candomblé, a seguinte expressão:

“cada um mexe a sua panela com a colher que quer e gosta”.

Isto para justificar algum “preceito” desconhecido até então por outros.

Em parte, estou perfeitamente de acordo, até porque cada um, isto é: cada grupo pertence a uma determinada raíz, “nação”, que outro grupo não pertence. 

Mas de forma alguma, pode ser desculpa para se fazer e inventar o que se quer, porque simplesmente aquela pessoa ou pessoas , não passaram e nem são o que se dizem ser… Infelizmente, temos muita gente adentrar em terreiros de candomblé, só para “piscar o olho” a possíveis fundamentos, mais ou menos desprotegidos por quem os devia proteger: os Babalorisás/Yalorisás ; Pais / Mães de santo.

A fé é primordial, é necessária, mas não é só isso que faz um Pai ou Mãe de Santo.

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto