Povo de Santo Asè – nº 40

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Olhando para a nossa volta e referindome sobretudo aos cultos afro-brasileiros, (Candomblé e Umbanda), sentimos cada vez mais a necessidade de sermos autenticos artifices, “unicos”, do lugar onde vivemos, com quem convivemos; não é possível disistirmos ao combate constante da nossa e das religiões dos outros, sem que façamos rigorozamente nada!
A primeira coisa a fazer, é nos próprios não combatermos os nossos irmãos; as nossas proprias casas de culto ou as casas dos outros, como se fosse possível elevarmo-nos, sendo exactamentem iguais a quem nos combate.
União, precisa-se!!!

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto