
Num mundo onde a confusão mental, quase que passou a ser “norma”, onde já nem existe a “vergonha” de se dizer o que é mais desprezível, onde se aceita a tragédia como um grande feito, a força brutal como atributo, a exclusão, seja ela qual for, como programa de vida; onde os direitos do homem (leia-se a magna carta dos direitos humanos), são escarnecidos por qualquer um, onde a fé e a profissão dessa mesma fé de cada um, é conotada como menoridade… cabe também a nós pessoas do Asè, dos culto afro brasileiros, cada um nos seus terreiros, nos seus ilés, nas suas casas e todos em conjunto, darmos sinais concretos, de que a concórdia, o respeito pelo direito do outro e pelos nossos direitos, são possíveis.
Como?!
Sendo cada um de nós exemplo vivo disso mesmo.
Nós vamos continuar,
assim Deus (Olorun) nos ajude.
O Director
Dr. José Pinto

