Povo de Santo Asè – nº 41

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Nos tempo que correm e chegados ao ponto para muitos inimaginável, acho ser de todo conveniente cada um de nós, sejamos dos cultos afrobrasileiros ou não, refletirmos e onde acharmos que devemos arrepiar caminho, fazê-lo sem hesitação mas com acutilância.
É comum ouvirmos ou lermos, que após esta nossa vivência coletiva enquanto seres humanos, teremos aprendido a não cometer os mesmos erros!
Nada mais enganoso! Se assim fosse, nós estaríamos a viver um possível “milagre; Fato é, que não é disso que se trata! Em vez de “um milagre”, estamos a viver uma pandemia global!!!
É por este motivo, que não faz qualquer sentido empunharmos qualquer bandeira, a que não seja a bandeira da união, independentemente da diversidade de cada ser de cada grupo. A diversidade, só pode enriquecer o nosso estatuto de gente. Se assim não for, não é diversidade, é egoísmo.
Paremos de apontar o dedo ao outro seja no trabalho, seja na luta por melhores direitos, seja na casa do mais comum dos mortais, seja em qualquer comunidade religiosa, como por exemplo , o candomblé.
Nós que somos contra qualquer discriminação, não poderemos continuar a ser em muitos casos, mesmo dentro de portas, os primeiros a discriminar.

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto