Povo de Santo Asè – nº 35

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Se por um lado, vemos tanto no Candomblé, como em qualquer vertente Afro-Brasileiro, uma expansão bem razoável do nosso asé; não menos verdade, que vemos muita parra e pouca uva (para utilizar uma expressão tipicamente Portuguesa, que nos transmite o sentido de muita coisa, para pouca substancia).
Porquê esta afirmação?
Infelizmente, parece haver um pressa desmedida dos Pais e Mães de Santo (Babalorisás / Yálorisas), de transformar os seus seguidores, os seus filhos, em gente de cargo, em Ebomis, em Babalórisás e Yálorisás! Sem que estes tenham passado por todos os preceitos próprios da religião… isto é engano e engodo!
Penso que deveríamos parar para refletir: onde vai parar esta nobre e belíssima religião, que tantos no passado e ainda alguns no presente, tanto passaram e passam, para que o sagrado seja respeitado?

Nós vamos continuar,

assim Deus (Olorun) nos ajude.

O Director

Dr. José Pinto