
Sem nos querermos imiscuir na vida de cada um, na casa de cada um, referimo-nos aos Ilés (terreiros, sejam eles de Candomblé ou Umbanda), têm chegado até nós, ecos de situações que em nada dignificam esta linda religião, que é o Candomblé… e o mesmo se poderá estender à Umbanda.
Achamos que está na hora, mais que na hora de sermos autênticos! Sermos coerentes!
Devemos dar ao sagrado, o que é do sagrado!
Ao profano, o que é do profano!
Unir as nossas vozes e não permitir que os “outros” não nos levem a sério, porque vêm coisas pouco sérias em algumas casas. É algo que é transversal, mas desta vez, falamos sobretudo de Portugal. Existem em Portugal meios (federação, associação – FENACAB por exemplo), onde nos podemos unir, encontrando soluções de forma a extinguir atitudes menos dignas por parte de alguns…
Achamos que um pouco mais de decoro e decência não ficaria nada mal.
Sentimos de desabafar aqui, porque aquilo que é a vida de todos aqueles que por amor ao Orisá e a tudo o que isso representa, deram as suas vidas, não se pode desrespeitar!
Nós vamos continuar,
assim Deus (Olorun) nos ajude.
O Director
Dr. José Pinto

